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Do reverso de Tiradentes
 
Minas é um dos poucos, senão o único estado no mundo que festeja o seu herói que buscou a independência  por causa de impostos excessivos. A independência veio, mas os impostos não só ficaram como cresceram e cresceram a tal ponto que ninguém neste formidável país  consegue fazer uma reforma tributária. E a data de 21 de abril se festeja esquecendo com a maior tranquilidade histórica, como se Tiradentes e os Inconfidentes mineiros nada tivessem a ver com as cobranças excessivas de impostos.
 
Vivemos um jogo de gato e cachorro onde o empresário e o contribuinte nunca conseguem fugir do cachorro cobrador de impostos que se procria e amplia a sua área de atuação. A criatividade de cobrança de taxas e impostos supera a imaginação de mentes mais brilhantes que criam empregos e são produtivas. Mas, as situação está  como está  também porque os contribuintes são passivos e treinados como o cachorro de Pavlov, psicólogo russo que criou a teoria do condicionamento. Ou seja. qualquer  imposto que apareça, o contribuinte mal confere de que se trata e paga para não se aborrecer.
 
Há um outro lado nessa historia muito ignorado. O fato é que nós temos no Brasil muitos emissores de impostos. Além dos três poderes, municipal, estadual e federal, temos inúmeros órgãos que atuam como emissores e cobradores, com suas taxas, impostos disfarçados e contribuições. Veja exemplo os  de conselhos profissionais. Ou a fiscalização sanitária e trabalhista. Ou as contribuições  sindicais e previdenciárias obrigatórias.
 
Para começar, o contribuinte deve estar educado para pagar, conferir e cobrar a quem paga os impostos e taxas. É aí, como dizem na minha terra, que o porco torce o rabo. O brasileiro paga, mas não exige os seus direitos. E inúmeras vezes, aliás o que demonstrou o último  escândalo na área de impostos  federais, prefere dar um jeito e se aliar aos desonestos, e não pagar. Mas, organizar-se para exigir seus direitos através de entidades de classe, para as quais também contribui, não, isso não faz. Só existem dois casos na história empresarial brasileira desse tipo de ação: quando a FIEMG convocou os empresários para a rua e exigiram a reforma tributária  e quando a FIESP conseguiu acabar com o imposto que era destinado à saúde e não ia a lugar nenhum.
 
Então, a atitude tem que mudar do lado do contribuinte, que tem que ser mais exigente e cobrar serviços e ações de quem com tanta voracidade cobra os impostos.
 
STEFAN SALEJ

Como empresário foi fundador de Tecnowatt Iluminação e Selpe- Seleção de pessoal entre outras empresas. Membro de vários Conselhos de empresas privadas e órgãos governamentais como Capes e CNPQ. ex- presidente do  Conselho do Sebrae MG; da Federação das Indústrias de Minas Gerais, FIEMG; Vice Presidente da CNI; professor universitário; Enviado especial ( Embaixador) do Governo da Eslovénia para América Latina; Diretor geral do Centro internacional para empresas públicas da ONU; palestrante e autor de artigos e publicações no Brasil e no exterior; condecorado pelos Governos do Brasil e de  Minas e no exterior; formado em administração de empresas, post graduado em ciência política e marketing internacional.
 


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